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O Mackenzie (e quase toda escola) esquece qual é sua principal função
25/3/200911:52:31
Anúncio do Mackenzie, veiculado por ocasião do Dia Mundial da Água (abaixo) -22/03 -, criado pela agência QG, é um desperdício de espaço e dinheiro.
 Os mais afoitos já irão me perguntar como afirmo assim, na lata, no primeiro parágrafo do post, que um anúncio enfatizando os males do desperdício da água pode ser visto como um equívoco?
Well... Voltem à home e vejam bem o selo que assina o anúncio, reproduzido aqui por inteiro. O slogan "Mackenzie. Educação e cidadania desde 1870." é uma pérola da correção política. Afinal, todos acreditamos que a função da escola é educar e formar cidadãos, certo?
Errado.
Esse é um viés confirmatório, dito, falado, publicado e martelado incessantemente, como propagandas criadas por Rosser Reeves (vejam post aqui), que depois de algum tempo parece até verdade. Todos, puros que somos, acreditamos piamente que a função da escola é "formar cidadãos", professores adora fazer proselitismo em torno disso e, em tese, nos parece uma causa justa.
Não é. Até porque escolas não precisam de "causas".
A função da escola, qualquer que seja, não é "formar cidadãos", quase não é "educação", é formar profissionais qualificados para serem úteis às empresas, ao mercado e, por extensão, à sociedade. Pessoas empreendedoras, com capacidade crítica, que reconheçam e valorizem o mérito individual, o trabalho e o quanto o resultado de seu próprio esforço e seu autointeresse geram, por força de sua atividade, da transformação da natureza em formas produtivas, recursos a serem compartilhados pelas outras pessoas.
Sendo assim, é louvável (mas improdutivo) fazer campanhas mostrando escolas como "defensoras" do meio ambiente, pregadoras do uso racional da água ou das florestas ou da demarcação das terras nas áreas da Raposa Serra do Sol. Não estou aqui dizendo que sou contra campanhas de uso racional de água ou contra o desmatamento ou contra qualquer "causa". Estou dizendo que é proselitismo escolas trabalharem suas marcas utilizando esses temas, estupidamente complexos, como mote.
Quando escolas dizem que "formam cidadãos", aplacam a culpa dos pais que esquecem o diálogo, o interesse no estudo e na formação das crianças como pessoas. Temos uma terceirização da formação da pessoa, atribuída aos ombros da escola que não gerou as crianças e recebe recursos públicos ou privados, para fazer crianças tornarem-se adultos produtivos (e só isso já é uma tarefa de Hércules). Depois de 12 anos dando aulas em Universidades, preocupado apenas e tão-somente com a formação profissional, com a alta qualificação dos alunos, não consigo ver escolas desviarem-se de seu atributo básico - formação, qualificação, conhecimento - para serem babás de moral cívica e ecológica no lugar de pais relapsos. (esse meu, digamos, "método" funcionava! Era até estranho no início do ano ver um professor
empenhado em dar aula, em exigir, cobrar, simular experiências de
mercado, mas com o passar dos meses, todos os alunos viram-se melhores, menos
embebidos em ideologia barata e mais sólidos profissionalmente. As
dezenas de diretores de criação hoje no mercado que foram alunos das turmas desse missivista geram
mais uma evidência do acerto da opção)
Claro, educar crianças dá um trabalho imenso, muito além de madrugadas acordado para trocar fraldas ou noites em claro em pronto-socorros no caso de uma gripe mais forte ou de uma perna quebrada por acidente. Educar, do ponto de vista dos pais significa realmente preparar as crianças para serem críticas, perspicazes, honestas e com um senso de ser-estar no mundo. Putz! Quer dizer conversar, lançar conceitos, provocar, mexer com as verdades que as crianças e adolescentes, lentamente começam a sedimentar. Às escolas convém dar a elas ferramental técnico para que possam usar habilidades naturais ou desenvolvidas em prol de si mesmas, de empresas e da sociedade (se tiverem realmente a sorte - e apenas a sorte - de verem suas habilidades atingir tal nível de influência).
O ensino de ciências e da matemática que deveria mostrar aos alunos como realmente interpretar (e duvidar) das verdades estabelecidas, a pensar por hipóteses e com grandes doses de ceticismos é banalizado em fórmulas e arquétipos tatibitatis, que talvez até iludam pais mais incautos e crianças menos soberbas. O fato é que o ensino prepara alunos que podem ser brilhantes no ambiente escolar e notavelmente medíocres na vida real.
Diante desse quadro qual é a relevância de uma escola afirmar que "Desperdício de água é assim: alguém sempre sai prejudicado?"
Mínima.
Qual é a adequação (com base em que evidência?) de um anúncio de uma escola (e não da SABESP) onde lemos que "Apenas 0,007% da água do planeta é potável. Use com inteligência."
Bom, a afirmação acima foi usada com... vá lá, burrice. Até porque não usamos água apenas como elemento potável. Usamos para tomar banho, para produzir outras bebidas, para limpeza de utensílios, para diversão. E daonde vem o dado de 0,007%? O quanto isso representa fisicamente? Qual é a relação disso com outros fenômenos físicos? Matematicamente, é pouco ou muito? Notem que "0,0" induz a pensar em algo reduzido, mas é aquela velha história: nosso aparato mental nos induz que "0,0" significa pouco. Mas se é pouco, como compramos garrafa de 1,5 litro de água por R$ 1,29 no supermercado mais próximo?
Usar a água com inteligência transcende a atuação da escola. E escolas que trabalham com o tal número "0,007%" exploram apenas sua própria ignorância (e disseminam ignorância) com um número "mágico". Talvez aplicar matematicamente o "estoque" de água potável, versus o estoque de água não-potável na criação de hipóteses de melhor aproveitamento do produto, com base em lucro e ganhos (que, a partir do autointeresse são distribuídos para toda a coletividade) faria mais pela escola e pelos alunos do que um anúncio inútil.
Assim, marqueteiros do Mackenzie e de demais instituições de ensino: foquem mais na educação, na capacitação, na relação moderna entre professor e alunos e menos em proselitismos ecológicos, "sociais" e "cidadãos".
Nossos alunos agradecem. E a natureza também. Afinal será poupada de matemática fajuta "0," e verá pessoas com conhecimento para oferecer soluções racionais, científicas e produtivas.
Postado por Jacques Meir (propagandasustentavel@gmail.com)
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| Comentários (10) |
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| É por que as universidades formam apenas profissionais e não seres pensantes, pessoas que perguntam "por que" e "pra que", que as mesmas universidades contratam agências com seus antigos alunos que planejam campanhas come essa "proselitista campanha". É um ciclo vicioso. Por causa de pessoas que falam em "esquerdiotas" e "ideologias baratas" que a Publicidade se transformou da maneira que se transformou, uma mera vendedora, servidora do capitalismo, coitada. |
Adriana |
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| O leitor Eduardo procura expressar sua, digamos, opinião, da mesmíssima forma que diversas pessoas (a maioria infelizmente), destilando ofensas e imprecações contra mim. Ele pede que eu dê argumentos "fundamentados". Estão bem fundamentados, são precisos, consistentes e baseados em fontes. O leitor também procura mostrar toda sua erudição ao reclamar de meu vocabulário "rebuscado e irritante". Well... não tenho qualquer compromisso com em ser tatibitati no que escrevo e se o uso da boa gramática e de palavras, digamos inalcançáveis pelos "idiotas da objetividade" incomodam, o leitor que vá procurar os discursos improvisados do Lula ou um bom dicionário. Não fui eu que escrevi "escelentes" (sic). Do alto de meu rebuscamento, consolo-me sempre em escrever excelente. Não faço proselitismo, não dou a mínima se as pessoas dão crédito ao que falo. Sou a favor da liberdade de opinião, da liberdade de expressão e a exerço de diversas formas, inclusive comentando aspectos que envolvem propaganda e marketing. Finalmente, a frase que o leitor usa para "fechar" seu texto raivoso procura ser uma crítica mas é palavrório inconsequente. Por que pessoas que pensam como eu permitem que existam excelentes (grafo corretamente) profissionais e péssimos cidadãos. Ora, vivas, agradeço a afirmação de que pessoas como eu "pensam", até porque há muito mais que que têm enorme dificuldade para pensar, refletir, ponderar sem correr o risco de cair no chão de quatro e não levantarem mais. E, meu caro, o sofisma é inaplicável porque falacioso: um excelente profissional é também um bom cidadão. Porque um dos pilares do profissionalismo é justamente o reconhecimento da própria cidadania. Ah, sim, antes que me esqueça, é totalmente permitido a pessoas pensarem como eu ou como você. Democracia é isso mesmo: pressupõe o debate das ideias, a concordância e contrário. E o exercício do contrário, do inusitado, do contraponto, do imprevisto é que alimenta a sociedade e a humanidade com ideias. |
Jacques Meir |
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| Meu Deus quanta besteira junta em um post só. As universidades e instituições de ensino tem sim papel fundamental na formação dos individuos. Para com esse vocabulário rebuscado e irritante pq seus textos são um saco de ler. Escreva o que pensa de maneira clara e objetiva seja simpático e tenha argumentos fundamentados, assim as pessoas talvez parem para dar credito as asneiras que você fala. Por conta de pessoas que pensam como você, existem escelentes profissionais e pessimos cidadãos. |
eduardo |
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| Também discordo completamente de todos os argumentos utilizados acima, acho que você usou muitas palavras "bonitas" somente para preencher espaço, pois este imenso texto que lhe foi escrito, não foi persuasivo o suficiente para me mostrar seus argumentos. Hoje em dia não se utiliza mais propagandas clichês, por simplesmente não serem mais funcionais com as características de um consumidor que muito esta ligado à era tecnológica, sendo que com isso, modificou-se também os pensamentos deste cosumidor que não quer vert só o que é "bonitinho, mas sim os assuntos que realmente estão dando pauta para a mídia. E com uma Universidade tradicional e forte no mercado das IES, como o Mackenzie, não poderia ser diferente, ela simeplesmente retratou um tem a que muito eesta sendo abordado. E acredito sim, que as faculdades e universidades são fortes influenciadores de opinião para os alunos que nelas estudam, não necessariamente para a formação de cidadãos, mas são considerados um forte apelo. Portanto acredito que o espaço do anúncio foi muito bem utilizado sim, afinal o que queremos ver hoje são anúncios criativos e que de uma forma ou de outra nos façam pensar, mesmo que de forma negativa, como você mesmo pensou a respeito. Quanto ao dado utilizado (0,007%), o que você queria?? Um anúncio da SABESP como você mesmo falou? Portanto como eu já havia dito, reafirmo, os consumidores, clientes, público alvo, seja lá qual for o nome que você quer dar,são e pensam diferentes de alguns anos atrás. Propagandas clichês não são mais levadas em consideração. Busca-se o diferente, o criativo e não o óbvio. Por isso Jacques, não tenha pensamentos tão "quadrados". |
Bruna |
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| O leitor Leonardo pelo visto não entendeu o que escrevi ou talvez esteja contaminado pela ideologia que costuma nublar a perspicácia de uns e outros.
Já disse que me contento plenamente se a escola executar bem uma função: a de preparar crianças e adolescentes para o mercado de trabalho. Também não vejo como é possível achar incorreto citar qualquer trecho como "incorreto". É um tipo de vício de linguagem que talvez seja adquirido em nossas escolas preocupadas com essa "sustentabilidade de almanaque". Pergunto, de modo simples e direto: é bom para a sociedade que a criança não consiga interpretar um texto, resolver um sistema matemático e entender como a energia de uma hidrelétrica é gerada ou ver empresas como essencialmente poluidoras e o bicho homem como corompido pela sua "ambição desmedida"?
O anúncio do MAckenzie explora uma conta ridícula, apela para matemática fajuta, cria confusão e pessoas sem educação adequada poderão reproduzir tai tolices sem discernimento por aí.
É óbvio que sou tendencioso, ms não necessariamente ineficaz. Nào pretendo ser eficaz. Pretendo apenas emitir opiniões. E aonde que está escrito nesse blog que contestar qualquer atitude "pseudo-sustententável" promovida por empresas entorpecidas por marketing desorientado "não é compatível" com o site? Temos apenas de ir de encontro à corrente, aceitar como cordeirinhos dóceis as práticas supostamente elogiáveis das empresas? Ou temos de ser agudos, críticos, inoportunos para apontar falácias narrativas, evidências silenciosas e outras práticas que distorcem fatos? Já disse: democracia dá trabalho. E sustentabilidade, no que se refere à educação, é formar crianças que possam usar suas habilidades naturais em prol de si mesmas e da sociedade, o que de modo algum exclui manifestações artísticas, culturais (desde que livres do trololó esquerdopata ou da necessidade de servirem a causas). Leia o post e perceba que ele aborda os fatos (será pedir demais?). e os fatos mostram que o anúncio te um argumentação insustentável (sem trocadilho).
Instituições de ensino podem se aproveitar da tal "onda verde" para doutrinar alunos, a partir de mentes de professores órfãs da queda do muro de Berlim.
Melhor seria e traria resultados efetivos, se as escolas publicassem rankings de aproveitamento de seus professores.
Escola boa, forma bons alunos, com espírito crítico. É essa a premissa da cidadania. Saber que passarinhos devem voar livres é só banalidade.
Vamos exercitando: ser autenticamente democrata pressupõe expor ideias, desde que elas respeitem a própria democracia. |
Jacques Meir |
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| Concordo que nenhuma escola tem por obrigação defender causas, ou coisa do gênero. Mas é da escola sim o dever a cidadania, a dignidade da pessoa humana e os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa, todas estas bases definidas pela Lei de diretrizes e bases as quais fundamentam o ensino no país. Mais além do que isso, temos o exmeplo de escolas como a Escola da Ponte de Portugal que defende, uma educação mais dinâmica onde o aluno é o agente transformador e sua realidade o palco de sua educação. Apesar disso, a escola tem sofrido com sua falta de formação técnica (politécnica) e de mercado o que em muitos casos tem criado problemas aos alunos em entrar num mercado muitas vezes baseados na massificação de conceitos e processos. DE qualquer forma, acho enormemente incorreto citar como "incorreto" o tipo de ensino que visa a cidadania e a causa, embora seja tendencioso, mas dizer que escola é feita para formar trabalhadores para mercado é igualmente tendencioso e ineficaz, pois impediriamos assim o acesso a formação literária, acadêmica, artistica e de pesquisa. Não é mesmo?
E ainda mais, me estranha o faot de haver esta contestação do ensino de escolas com campanhas por causa socio-ambientais num site que visa a sustentabilidade. Acredito que o que devia ser questionado aqui é se estas instituições de ensino só estão se aproveitando de uma "onda verde" para ter sua imagem vista de forma positiva. Isso sim seria desleal ao ensino e um desvio de foco.
Obrigado. |
Leonardo Assis |
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| Antes de mais nada, obrigado por discordar. Mas esqueça o "ilustre articulista". Não sou nem pretendo ser "ilustre". Não disse que responsabilidade socioambiental e cidadania não são importantes ou decisivos ou relevantes ou qualquer outra adjetivo que realçe o quanto devemos seguir determinados princípios. Disse e repito que INSTITUIÇÕES DE ENSINO NÃO DEVEM FAZER PROSELITISMO DISSO, FAZENDO COM QUE ESSES PRINCÍPIOS SIRVAM A MANIFESTAÇÕES IDEOLÓGICAS PARA ESQUERDIOTAS EM GERAL PROCURAREM ARREBANHAR FIÉIS EM SALAS DE AULA. Disse que a função BÁSICA de toda e qualquer escola é ensinar crianças, dar a elas ferramental técnico para que possam decidir por si mesmas como influenciar e agir em prol das empresas e da sociedade. Ainda mostrei que o anúncio do MAckenzie trazia informações soltas, sem evidências, partindo de uma evid6encia silenciosa que pode ser aceita como verdade, mas não deve, principalmente aos espíritos mais críticos.
Não há prática e nem princípio mais sustentáveis do que educação de qualidade, que premie o mérito e valorize o trabalho duro, o desenvolvimento do talento, a competência, valores que ficam embotados sob a camada de filosofia de botequim "rousseauniana". O tempo dispendido em excursões às matas, fazendas e a discurseira infindável sobre usos racionais de água poderia ser melhor empregado na busca por interpretações cinetíficas dos fenômenos climáticos, do estudo de causas e efeitos e não em matemática tosca baseada em dados apocalípticos lidos em notas curtas de jornal de bairro.
Nossa boa vontade com o tema de sustentabilidade as vezes nos condiciona a adotar soluções fáceis e a acreditar que toda informação ou ação cheia de verniz "sustentável" é imaculada e, por extensão, imune a críticas. Não é.
Escolas devem mostrar os rankings de qualidade de seus professores, suas avaliações e não quantas árvores fizeram seus alunos plantarem. A mim e ao país, é mais importante crianças que saibam boa matemática, saibam redigir corretamente e saibam interpretar e comentar textos, do que plantar árvores. E isso não quer dizer que plantar árvores, economizar água, utilizar energia de forma sustentável não seja importante. Mas crianças e adolescentes saberão fazê-lo e entender sua importância se tiverem mais preparo. |
Jacques Meir |
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| Discordo totalmente. Ao contrário do ilustre articulista, entendo que hoje, mais do que nunca, o papel das escolas e universidades, de um modo geral foi modificado. Hoje é importante sim, incutir desde cedo (pais e instituições) a idéia de responsabilidade socioambiental e direitos e deveres de cidadania. Bem por isso já há projetos na assembleia de SP que pretendem inserir no curriculum a Educação Ambiental. E o Mackenzie, ao que sei, vem fazendo isso já há algum tempo - quem viu, em 2008 o projeto em todos os cursos apresentado em exposições, sabe bem o que estou dizendo. |
Eneida Schiavon |
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| Se bem entendi o que o leitor expressou, ele defende o proselitismo das escolas. Me parece que até tomou a defesa da escola como algo pessoal. Nada contra. Liberdade de opinião e expressão é sagrada. Mas é bom reiterar: instituições de ensino não têm papel fundamental na formação do "indivíduo" e da "sociedade". Basta que ensinem a contento e já terão feito muito. A "formação do indivíduo" depende mais das famílias, da própria tessitura da sociedade e, claro, do próprio indivíduo. Atribuir poderes sobrenaturais às escolas é um viés que só ajuda a contaminar sua função básica e a desviar professores de sua atribuição. |
Jacques Meir |
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| Discordo totalmente de td comentario negativo que foi colocado ai, pois de uma forma ou de outra a escola a universidade ou o que seja em relação ao ensino tem papel fundamental na formação do individuo e da sociedade pois a formaçào de principios passa por varios caminhos e por que nao pela matematica pela geografia pela fisica pela quimica etc ensinando como devemos nos comportar perante aos elementos em todos os seus niveis
parabens ao Makenzie pela sua grandiosidade pelo seu nome e pela educação por todos aqueles que por la passaram
ricardo garcia |
ricardo garcia |
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